Abalone by Hang Ferrero

nem tudo me é claro
claro que não!
uso do ópio e trago tudo
todo errado e me entrego
e a tua voz me apaga
que praga!
só devia ir até aonde
a dor não mata
porque tu és dor!
mas vou ao teu encontro
e pronto, tu és corpo,
sou alma!
não conto a qualquer tonto
a minha vergonha
isso é tétrico!
que de tanto e mais que isso
despisto quando digo
no único boteco que me aguenta
e o que trago nos meus tragos
quando no palco
de ti eu trato?
tu és tanto de quase nada
que nem sei d’onde veio
essa joça de ideia
que me enterra em ti

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