Cem anos de Zé Kéti: se perguntarem, diz que eu sigo vivo por aí

por Duanne Ribeiro by Itaú Cultural

Zé Kéti é o samba, a voz do morro, sim, senhor. Rei dos terreiros, natural do Rio de Janeiro, o músico, nascido em 1921 e morto em 1999, completaria 100 anos neste 16 de setembro. Criadas no convívio da Portela, marcadas pela vida do povo, cheias de ressonâncias políticas, suas composições – como “Diz que fui por aí” e “A voz do morro”, cujos versos inspiram o início deste texto – são um marco na vida cultural do país.

A fotografia tem um tom sépia. Zé Kéty é um homem negro, veste roupa social de casaco e calça cinzas e um camisa branca. Ele está sentado de lado e sorri, sem olhar para o fotógrafo.
Retrato do sambista Zé Kéty (imagem: Arquivo Nacional)

Como comemorar esse lirismo nascido dentro dos botequins, do bate-papo entre amigos diante de uma dor, de canções feitas de batida de limão? Conversamos com músicos que revisitaram o sambista: os violonistas Marcel Powell e Augusto Martins e os cantores Zé Renato e Juçara Marçal, que comentaram a importância de Zé Kéti e indicaram suas faixas preferidas, reunidas na playlist abaixo. (Link play list)

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