Extra&Brasil



Colaboran en masticadoresBrasil

Daniela Terehoff Merino, Priscila Monteiro Santos, Mozileide Neri, Daniel Pissetti Machado, Bruno Ortiz Monllor, Hang Ferrero, Ian Plat, Odilon Machado de Lourenço, Nicole Guimarães

Entrevista

Família by Priscila Monteiro Santos

Link blog Priscila O que é a família? Até hoje não houve quem me pudesse explicar, se família é onde se nasce o sangue que corre em nossas veias, ou se família são aqueles que com o passar dos anos aprendemos a amar… o que é a família? Quem instituiu o que é a família,…

A sinestesia do afeto – Por Priscila Monteiro Santos

A sinestesia do afetopor Priscila Monteiro Santos (priscmonteiro.wordpress.com) Ele olhava os olhos da garota em sua frente, mas não enxergava nada. Sentia o cheiro do seu perfume, mas não reconhecia o odor, ele, tocava em sua pele, e nada podia ser acionado para reconhecer a sensação; ela por sua vez, via na cor dos olhos…

Graça – Por Priscila Monteiro Santos

Graçapor Priscila Monteiro Santos (priscmonteiro.wordpress.com) Não escrever deixa um peso no corpo… e eu nem sabia que era possível uma palavra pesar tanto, mas hoje, me peguei pensando incessantemente no sentido da palavra merecer, merecimento, escutei muito o termo “você merece” “você mereceu” “ela mereceu” e etc; e de repente hoje me deparei com outros…

Hang Ferrero

Hang ferrero: 2º lugar na 10ª edição on line do Slam Resistência de SP

Na minha primeira competição, convidado do tradicional Slam Resistência, de São Paulo, depois de participar do microfone aberto e tendo sido convocado de última hora, fiquei com o 2º lugar entre tantos consagrados slammers. honrado, pois o slam resistência é referência internacional na urgência da poesia falada. o vídeo, gravado pelo canal Slam Resistência no…

Hang Ferrero: 100 poetas brasileiros

Editar A MasticadoresBrasil terá o prazer de publicar 100 poetas nos próximos 100 dias. Nós convidamos você a ler e compartilhar com seus amigos. E aproveite esta experiência interessante. Hang Ferrero : Barbarie alguns dos meus versos, foram bestialmente decapitados, no paço–herético–municipal. ainda podem ser vistos por lá, no lóbulo frontal da guilhotina. sobrou pouca…

Quem? by Hang Ferrero

quem me ouviria, dentre os loucos, se eu gritasse aos pés da terra–mãe, senão os raros, de fato, poucos?

Curioso By hang Ferrero

curioso… da minha janela, vejo o tempo avançando cada vez mais turvo. abro mão, um pouquinho a contragosto, dessa ideia de juventude eterna e recorro aos belos aros prateados dos meus óculos pra amenizar o obscuro. vale lembrar, que a minha acuidade visual não mudou nada, em comparação aos meus longínquos 28 anos. pasmem; no…

Nicole Guimarães

A mulher casada by Nicole Guimarães

(blog de Nicole) Esperar o sinal de trânsito ficar verde é uma grande oportunidade para ouvir a conversa dos outros. Pelo menos aqui no Rio que o pessoal não fala muito discretamente. Eram duas mulheres conversando e uma contava sobre os lugares que gostava de ir nos finais de semana: praia, bar, viagens, ver amigos….

A vida é breve by Nicole Guimarães

Nicole Guimarães blog Eu não tinha convivido tanto com a morte como nesse último ano. Foi meu avô, pai de grandes amigas, chefe/amigo e mais pessoas queridas de outras pessoas queridas. Embora saibamos que a morte é para onde todos nós vamos um dia, é complexo conviver com ela e todas as dores que ela…

A mudança começa dentro de casa by Nicole Guimarães

Blog Nicole Meu ponto fraco é roupa. Eu adoro comprar roupa nova, embora eu sempre use as mesmas. Minha ficha caiu em relação ao meu acúmulo de roupas quando fiz minha mudança de Brasília para o Rio à distancia e a pessoa que me ajudou a enfiar tudo nas malas disse: “caramba, você tem muita…


Daniela Terehoff Merino

Soneto do olhar diverso

Ilustração: Cláudia A. Terehoff Merino (@caucauilustra) Texto: Daniela S. Terehoff Merino (@daniterehoff) Soneto do olhar diverso Vejo estes olhos, lembro-me de tanto! De olhos que riem; de um olhar que acalma… Diz-se que os olhos são o espelho d’alma Ou que são pontes para um mundo-encanto. Penso também, e para o meu espanto! Em olhos…

O que sente este desenho? 

Ilustração: Cláudia A. Terehoff Merino (@caucauilustra) Texto: Daniela S. Terehoff Merino Passei um tempão olhando este desenho, tentando decifrar o que ele sentia antes de atrever-me a escrever algo: o que estaria este Mico-Leão sentindo, afinal? Talvez sentisse tristeza por toda a sua raça, quase exterminada com a devastação da Mata Atlântica… Ou talvez —…

Soneto das mil faces 

Ilustração: Cláudia A. Terehoff Merino                                                                       Texto: Daniela S. Terehoff Merino Há mais de um rosto sobre este papel: um triste,…

Mozileide Neri

Dízimo by Mozileide Neri

Décima parte deve ser entregue,contribuição voluntárianão existe. Na igreja tem contribuição,no morro tem encargo,no bairro tem taxa,o tributo tem valor imposto. (1) Mozileide NeriSagrado coraçãoAcrílica e nanquim sobre papel48,5 x 66,5 cm2011Acervo particular de Daina Oliveira (RJ).Pintura livremente inspirada na letra de música homônima da banda Legião Urbana.

Delírio – by Mozileide Neri

Delírio Eu quero uma palavra que me mate. Pode ser uma palavra já morta. Úmida. Sem significação literal. Eu quero vestir paredes nuas. Abrir portas côncavas. Fechar janelas opacas. Rasgar vidros.

Bruno Ortiz

Bruno Ortiz Monllor

Ensaio sobre a cegueira de um país.#ilustração #cartum #charge #aquarela #cegueira #covid_19


Hang Ferrero / Poesia

Jenis

Quero Preencher por Jenis

palavra palavra minha passatempo da paixão que desce e sobe amarra e estica dá volta no branco preenche dentro das margens dando desculpa a existência do vazio porque se existe vazio faço aqui sua contraponta o que nasce pra tomar lugar e fica demandando presença mais e sempre mais tece até embaixo como quem quer…

Demais pra si by Jenis

E, se no espaço agora se faz parte, com nome e endereço, carcaça de natureza é abençoada através da luz e agrega ao fim mais uma parte mais um pedaço vira vazio de cheio vazio de si vazio de só


Daniel Pissetti Machado

Odilon machado de Lourenço

Sereias e Navegantes

By Odilon Machado de Lorenço Aquelas horas à deriva em tempestade no mar Sem uma enseada, uma pedra, somente a relva do mar Os corais eram azuis e um barco desancorado vogava à mercê do mar Nadavam ali sereias, como luzes delirantes cantavam a morte no mar Marinheiros se encantaram, se perderam, enlouqueceram nas águas…

“NINGUÉM FOI, NINGUÉM SABE, E TODOS VIRAM”.

GONÇALVES DIAS – OS TIMBIRAS by Odilon Machado de Lourenço Onde está o ouro? O diamante eterno?             Está no corpo da mulher mais bela da Europa – arrematou o velho. E depois continuou: – Brilham em suas orelhas o sangue da América, seu sorriso é uma homenagem póstuma de irreveláveis belezas,…

Do nosso sangue by Odilon Machado de Lourenço

Andamos nos caminhos vendo flores morenas Os olhares dos milênios no sangue da América Somos o desenho riscado ao luar da esperança Atravessamos as brisas, os dias de sol… Batemos sempre forte por livres amanhãs Não perdoamos os que deixaram abatidos nossos antigos irmãos que diziam que a terra não havia de ser vendida Que…

Últimas Entradas Publicadas

Encontros com a nova literatura brasileira contemporânea: Vãngri Kaingáng

By Fabiana Carneiro da Silva. & Itaú Cultural A série Encontros com a nova literatura brasileira contemporânea apresenta o trabalho de escritores da cena literária recente, com uma seleção atenta à produção de todas as regiões do país. Neste ciclo, a curadoria e a apresentação são da pesquisadora Fabiana Carneiro da Silva. Quais etnias indígenas localizadas no Sul do…

Alexandra Vieira de Almeida: 100 poetas brasileiros

A MasticadoresBrasil terá o prazer de publicar 100 poetas. Nós convidamos você a ler e compartilhar com seus amigos. Alexandra Vieira de Almeida: A negra cor das palavras (2019) A negra cor das palavras, rasgando minha pele abismal No sono dos mortais, encontro a imortalidade da chama que queima o corpo da manhã Na noite…

Que mistério tem Madalena?

Por João Silvério Trevisan / Itaú Cultural Na peça Um bonde chamado desejo, de Tennessee Williams, a personagem Blanche Dubois, deslocada no mundo, entrega-se aos enfermeiros que vão levá-la num furgão para internamento manicomial e comenta, com pungente melancolia: “Eu sempre dependi da bondade de estranhos”. Essa cena inesquecível me ocorre a propósito de Madalena…

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