Extra&Brasil



Colaboran en masticadoresBrasil

Daniela Terehoff Merino, Priscila Monteiro Santos, Mozileide Neri, Hang Ferrero, Odilon Machado de Lourenço, Nicole Guimarães, Miriam Costa

Entrevista

Família by Priscila Monteiro Santos

Link blog Priscila O que é a família? Até hoje não houve quem me pudesse explicar, se família é onde se nasce o sangue que corre em nossas veias, ou se família são aqueles que com o passar dos anos aprendemos a amar… o que é a família? Quem instituiu o que é a família,…

A sinestesia do afeto – Por Priscila Monteiro Santos

A sinestesia do afetopor Priscila Monteiro Santos (priscmonteiro.wordpress.com) Ele olhava os olhos da garota em sua frente, mas não enxergava nada. Sentia o cheiro do seu perfume, mas não reconhecia o odor, ele, tocava em sua pele, e nada podia ser acionado para reconhecer a sensação; ela por sua vez, via na cor dos olhos…

Graça – Por Priscila Monteiro Santos

Graçapor Priscila Monteiro Santos (priscmonteiro.wordpress.com) Não escrever deixa um peso no corpo… e eu nem sabia que era possível uma palavra pesar tanto, mas hoje, me peguei pensando incessantemente no sentido da palavra merecer, merecimento, escutei muito o termo “você merece” “você mereceu” “ela mereceu” e etc; e de repente hoje me deparei com outros…

Hang Ferrero

Crônica do mundo paralelo VII – Aparecida by hang Ferrero

amar o verbo tem sido antiquado, então, resta–me incendiar a madrugada e com a ponta dos dedos esfriar o sono , esquecê–lo e, criar um impostor diuturno; mentir, mentir e mentir, até não haver remorso, até parecer fácil, até criar novas verdades bem simples; ignorar os fatos uma centena de vezes pra apagar a sofisticação…

torpor land by Hang Ferrero

é cansativo lutar todo dia contra as forças palacianas, aqui em torpor land. não comungo da abstração da maioria das rodas de conversa; razão pela qual eu fujo delas; minha fraqueza, meu defeito. pra ficar de pé, dói cada célula e antes mesmo do café da manhã, preciso me refazer parte a parte: tatear o…

Nicole Guimarães

A saga do Inglês

por Nicole Guimarães Cada pessoa tem sua história com cada coisa. Hoje, quero contar a minha com o Inglês. Tudo começou quando eu tinha por volta de uns oito anos. Minha mãe me matriculou em um curso que ficava longe de onde morávamos. Era trem cheio e caminhadas. Ela precisava esperar a aula acabar para…

Sem explicação

por Nicole Guimarães Joaquina conheceu Paulo numa roda de samba no meio do Rio de Janeiro. Ele é daquelas pessoas alegres, simpáticas, que canta todos os clássicos de olhos fechados e cerveja na mão. No vai e vem de beijos avulsos e abraços calientes, aconteceu o que Joaquina temia: ela se apaixonou. O medo foi…

O voo

por Nicole Guimarães A árvore atravessou todo o inverno: temperaturas abaixo de 10 graus celsius negativos, chuva congelante e neve. Observo pela janela e vejo as primeiras folhas verdes surgindo. A primavera está transformando aquela árvore que um dia estava completamente seca, sem cor, sem vida. É bonito ver as mudanças da natureza. Isso me…


Daniela Terehoff Merino

Mozileide Neri

Dízimo by Mozileide Neri

Décima parte deve ser entregue,contribuição voluntárianão existe. Na igreja tem contribuição,no morro tem encargo,no bairro tem taxa,o tributo tem valor imposto. (1) Mozileide NeriSagrado coraçãoAcrílica e nanquim sobre papel48,5 x 66,5 cm2011Acervo particular de Daina Oliveira (RJ).Pintura livremente inspirada na letra de música homônima da banda Legião Urbana.

Delírio – by Mozileide Neri

Delírio Eu quero uma palavra que me mate. Pode ser uma palavra já morta. Úmida. Sem significação literal. Eu quero vestir paredes nuas. Abrir portas côncavas. Fechar janelas opacas. Rasgar vidros.

Bruno Ortiz

Bruno Ortiz Monllor

Ensaio sobre a cegueira de um país.#ilustração #cartum #charge #aquarela #cegueira #covid_19


Hang Ferrero / Poesia

Jenis

Suspensão involuntária

por Jenis Barcelar Eu preciso fazer descer pianinho devagarinho sem desespero É preciso fazer descer aqueles todos que apoiei tão alto e fazem o olhar virar só pra cima Estado de adoração Que tempo de merda esse céu que abraça meus monumentos em pedestais Que fugaz o olhar que eles tem pra mim aqui embaixo…

Meio alta na vinda

por Jenis Meio alta na vinda Piso torto nas linhas Que me atravessam Direto Cortando o peito Revestidas da sagacidade De enlaces únicos Meio alta eu ando Em busca do escuro De viver o improvável sem medo Fortuito encontro de avessos Me pergunto se porque meio alta eu ando A noite eu toco mais fácil…


Daniel Pissetti Machado

Odilon machado de Lourenço

Do verbo mentir muito imperfeito by Odilon

Falavam de águias, abutres e corvos, gavião carcará Falavam de cobras, peçonha e mordidas no calcanhar De outros falavam e coisas imundas mais sujas não há Assim eram as línguas que iam criando a fala má Iam dizendo e iam inventando montoeiras a pá Cavavam mais fundo na rasa maneira de prejudicar Aumentavam o buraco…

Do Homem que enfrentou o Mar

By Odilon Machado de Lourenço Bravos sais da tempestade arrancai do mar as paciências! Desordena suas vagas em meus olhos Roube os soluços de minhas veias Quebre quilhas, lemes, rasgue velas de veleiros solitários Grande mar trajado de estrelas Avarie o ritmo dos astros Inunde as torres faroladas Que afunde em teu sangue a voz…

Decantamentos by Odilon Machado de Lourenço

PARA ITAPUÃ. As águas dos dias escorrem para o cimo crepúsculo Ventos levam os ares do sol ao outro amanhã Auras viram ondas a cair sob as sombras Vultos adentram a simbiose da noite Em alheio sentido danças acontecem Um turbilhão invade devaneios em cheios mares de luz Há um ajustamento de loucuras no silêncio…

Últimas Entradas Publicadas

Delírio psicodélico.

Por: Fábio Flyerhttps://www.facebook.com/djfabioflyer2/ Sou o Rainbow, pai de 7 poodles, o Red, Orange, Yellow, Green, Blue, Indigo e Violet.   Nomes escolhidos pelos meus pais no auge do momento mais colorido do romance em que viviam! Nasci numa época onde as cores e as flores eram símbolos de paz e amor!E animais de estimação eram parte…

O surgimento do tempo by Guilherme Carvalho

(Blog) “e o espaço sempre foi visto como o morto, o não dialético…” M. Foucault Essa história se passa não num tempo, mas num espaço. Passa-se longe de qualquer critério de ontem, hoje e amanhã. Algo em torno de um antitempo. Não se faz conjugando tempos verbais simplesmente (embora como se necessite da gramática para…

Escravos Cardíacos dos Sinos by Marcos Santos

(blog despenhadeiro) Toda vez que você sede ao impulso de abrir uma rede social, você também se coloca sob o perigo de perder a si mesmo não só superficialmente, durante algumas horas do seu dia, mas igualmente de modo profundo. Imagine alguém virtuoso, construa a imagem hipotética do ser-humano mais admirável do planeta e, a…

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